SARAU CADEN ORION FOI SUCESSO NA CASA DO JIMMY E CELEBROU ARTE, PAZ E O DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES
O Sarau Caden Orion aconteceu com grande sucesso na Casa do Jimmy, no sábado, 07 de março de 2026, em uma noite marcada por casa cheia, nova decoração, emoção, diversidade artística e fortes manifestações em defesa da paz mundial.
Nesta edição especial, em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres, o evento também levantou a bandeira da paz, com destaque para o cartaz “Sarau Caden Orion pela Paz” e para o público e artistas que aderiram à proposta de vestir branco, reforçando a mensagem de união, amor e esperança.
Após as palavras iniciais de Caden Orion, o cantor Dan Figueiredo abriu a noite no palco com três sucessos do Coldplay, aquecendo o público para uma programação intensa e emocionante.
O segundo artista a se apresentar foi o cantor ecológico Naum, que interpretou O Astronauta, Nem mesmo você , e o seu grande hit autoral “Luzes da Cidade”.
Mandarino, com seu belo figurino e grande presença cênica, brilhou ao interpretar três clássicos da MPB: “Jura Secreta” (Sueli Costa e Abel Silva), “Beatriz” (Chico Buarque e Edu Lobo) e “Viajante” (Thereza Tinoco), sendo muito aplaudido pelo público.
Thais Sabino emocionou ao cantar à capela “Salvo pelo Gongo” e ainda recitar um canto para Dionísio.
Rodrigo Gallo levantou a plateia com três músicas, incluindo seu sucesso autoral “The Blues in My Vein”.
Um dos momentos especiais da noite aconteceu quando Dan Figueiredo e Caden Orion cantaram “Será”, da Legião Urbana, animando o público. Em seguida, brindaram a plateia com o lançamento da música autoral “Only One Word”, escrita por Caden Orion e musicada por Dan Figueiredo, em uma atmosfera inspirada no estilo do Coldplay.
Felipe Sanches, com seu violão, fez bela apresentação com “Desenho de Deus”, “Gostava Tanto de Você” e “Canto Torto”.
Dudu Muller encantou o público com sua música autoral “Estreia do Invisível”.
Felipe Fil, com sua guitarra, apresentou “Minha Menina”, de Jorge Ben, em versão consagrada pelos Mutantes, além da música autoral “Liga do Brasil”.
Manu Pfeifer encantou com “Cowboy Fora da Lei”, acompanhada por Lucas Villaça na guitarra. O público, tomado pela energia da canção de Raul Seixas, começou a cantar em coro “Maluco Beleza”, e a atriz e cantora assumiu então a voz principal, criando um dos momentos mais bonitos e espontâneos do evento.
Villaça também brilhou com suas canções autorais, entre elas “Eu Tô Aqui” e “Minha Canção Favorita”.
Ivan Fonseca deu um show à parte com sua forte presença de palco e estilo pop star, interpretando “À Sua Maneira”, do Capital Inicial, e “Blues da Piedade”, de Cazuza.
Yasmin Flores apresentou a marcante performance de dança “Nós Queremos Vivas”, recebendo muitos aplausos.
Dedé Pucheu incendiou o público com o hit nacional “Whisky a Go Go”. Contagiado pela energia do momento, Caden Orion subiu ao palco e cantou também, de forma totalmente improvisada.
Outro momento memorável foi a jam de “Lanterna dos Afogados”, com Caden Orion no vocal, acompanhado por Villaça, Isaac Moraes, Felipe Fil e Dan Figueiredo, em homenagem a um dos maiores grupos do rock nacional: Os Paralamas do Sucesso.
Elton Nascimento e Luanna Castello também protagonizaram um grande momento do sarau com um belíssimo número de dança, representando com talento a escola de dança Casa do Jimmy.
Ariel interpretou músicas da MPB e de Tim Maia, acompanhado de um talentoso baterista.
O rapper MONRÁ, ao lado do DJ, realizou uma apresentação impecável, sendo ovacionado pelo público.
Já o MC Máscara Negra, vindo de Minas Gerais e com entrada triunfal escoltada, foi um dos grandes destaques da noite com suas músicas autorais “A Diarista de Paracambi”, “Picolé Geral” e “Intervenção Psiquiátrica”, encerrando sua participação em grande estilo, com um vibrante grito em defesa da democracia.
Em outro momento de impacto, Dan Figueiredo voltou a levantar o público com “Viva La Vida”, do Coldplay, e “Mr. Brightside”, do The Killers.
Após a apresentação dos artistas e antes do festival de bandas, aconteceu a emocionante homenagem ao cineasta Diego Cosac, que subiu ao palco, fez um discurso comovente e também foi ovacionado pelo público.
O grand finale do evento veio com o aguardado festival de bandas. A primeira a subir foi a Pinga Blues, lançando-se oficialmente e conquistando o público com “All Along the Watchtower”, de Bob Dylan, eternizada por Jimi Hendrix. Em seguida, a banda prestou homenagem ao gaitista brasileiro Jefferson Gonçalves e a Kleber Dias, com “Puro Malte”, dos Blues Etílicos, banda do gaitista Flávio Guimarães, e encerrou com “Jardins da Babilônia”, de Rita Lee.
A banda Katharsis também fez uma apresentação marcante com “Hey Joe”, “Before You Accuse Me”, “Plush” e um encerramento poderoso com Pink Floyd, sendo muito aplaudida pelo público.
O sarau foi encerrado com a homenagem à Patricia Evans, que não pôde comparecer pessoalmente, mas enviou uma mensagem lida por Caden Orion. Em seguida, o produtor e apresentador fez suas palavras finais, agradecendo aos artistas, técnicos, produção e público, encerrando oficialmente o evento dedicado ao Dia Internacional das Mulheres, à arte para todos e à paz mundial.
A repercussão do evento foi emocionante, como traduzem as palavras do artista Dan Figueiredo:
“Na última edição do Sarau Caden Orion, me vi refletido em cada verso e em cada silêncio preenchido de arte.
Foi uma noite onde almas se encontraram na coragem de sentir e expressar.
Parabenizo todos os artistas que transformaram emoção em presença viva.
E também aos envolvidos que fizeram desse encontro algo tão verdadeiro e necessário.
Que o Caden Orion continue sendo abrigo para quem ousa sentir o mundo mais fundo.”
O Sarau Caden Orion reafirmou sua força como movimento artístico, humano e cultural, celebrando a liberdade de expressão, a diversidade, a paz e o encontro verdadeiro entre artistas e público.
Sarau Caden Orion lota a Casa do Jimmy e celebra arte, paz e o Dia Internacional das Mulheres no Rio de Janeiro
Por Redação
O que se viu na noite de 07 de março de 2026, na Casa do Jimmy, foi mais do que um sarau. Foi um encontro pulsante de artistas, ideias e emoções que, juntos, transformaram o espaço em um verdadeiro território de expressão, liberdade e resistência cultural.
Com casa cheia e uma nova ambientação que já anunciava o tom especial da noite, o Sarau Caden Orion reafirmou sua força como um dos movimentos artísticos independentes mais vibrantes do Rio de Janeiro. A edição, dedicada ao Dia Internacional das Mulheres, também levantou uma bandeira urgente: a da paz mundial. O público, em grande parte vestido de branco, abraçou a proposta, criando uma atmosfera simbólica de união e esperança.
À frente de tudo, Caden Orion conduziu a noite com presença cênica e discurso firme, abrindo os trabalhos com palavras que ecoaram o espírito do evento: a arte como ferramenta de transformação, encontro e consciência coletiva.
A programação seguiu intensa e diversa. Dan Figueiredo abriu o palco com sucessos do Coldplay, estabelecendo o tom emocional da noite. Em seguida, artistas como Naum, com sua pegada ecológica, e Mandarino, com interpretações marcantes da MPB, mostraram a riqueza de estilos presentes no sarau.
Momentos de grande sensibilidade também marcaram a noite. Thais Sabino, ao cantar à capela e recitar um canto para Dionísio, trouxe um clima quase ritualístico. Já Rodrigo Gallo elevou a energia com seu blues autoral, conectando-se diretamente com o público.
Um dos pontos altos foi o encontro entre Caden Orion e Dan Figueiredo, que, além de interpretarem “Será”, da Legião Urbana, apresentaram ao público a inédita “Only One Word”, parceria dos dois artistas, recebida com entusiasmo.
A noite seguiu com apresentações que transitaram entre o autoral e o clássico, passando por nomes como Felipe Sanches, Dudu Muller, Felipe Fil, Manu Pfeifer — que protagonizou um dos momentos mais emocionantes ao conduzir o público em coro com “Maluco Beleza” —, além de Villaça e Ivan Fonseca, que trouxeram forte presença de palco e repertórios marcantes.
A dança também teve seu espaço de destaque. Yasmin Flores impactou com a performance “Nós Queremos Vivas”, enquanto Elton Nascimento e Luanna Castello emocionaram com um número que evidenciou a potência artística da escola de dança da casa.
Entre os momentos mais vibrantes, a energia coletiva tomou conta com Dedé Pucheu, que incendiou o público com “Whisky a Go Go”, levando o próprio Caden Orion ao palco em uma participação espontânea. Na sequência, uma jam session de “Lanterna dos Afogados” reuniu artistas em uma homenagem emocionante aos Paralamas do Sucesso.
A pluralidade do sarau também se refletiu no rap e na performance urbana. MONRÁ, acompanhado de DJ, fez uma apresentação potente e ovacionada, enquanto o irreverente MC Máscara Negra, vindo de Minas Gerais, marcou presença com entrada teatral e músicas autorais que misturam crítica social e humor ácido.
Outro momento de destaque foi a homenagem ao cineasta Diego Cosac, que, visivelmente emocionado, recebeu o reconhecimento do público e dos artistas presentes. A atriz e diretora Patricia Evans também foi homenageada, mesmo à distância, em um gesto que reforçou o caráter afetivo e coletivo do encontro.
O encerramento ficou por conta do festival de bandas, que levou o público a um verdadeiro clímax. A Pinga Blues se lançou oficialmente com um repertório que transitou entre Bob Dylan, blues nacional e Rita Lee, enquanto a banda Katharsis trouxe clássicos do rock internacional, culminando em um final poderoso e aplaudido de pé.
Mais do que uma sequência de apresentações, o Sarau Caden Orion se consolidou como uma experiência sensorial e coletiva, onde cada número parecia dialogar com o todo — um mosaico de vozes, corpos e histórias.
Ao final, em seu discurso de encerramento, Caden Orion reforçou o propósito do projeto: uma arte feita “de quem ama, para quem ama a arte”, aberta, inclusiva e comprometida com um mundo mais justo, humano e em paz.
A repercussão foi imediata e emocionada. Como resumiu o cantor Dan Figueiredo:
“Foi uma noite onde almas se encontraram na coragem de sentir e expressar.
O Sarau Caden Orion é um abrigo para quem ousa sentir o mundo mais fundo.”
Em tempos de urgência e fragmentação, encontros como esse lembram que a arte ainda é — e talvez mais do que nunca — um espaço de resistência, conexão e esperança.
Sarau Caden Orion sacode a cena cultural carioca e aponta expansão para 2027
Por Antonio Carlos Guimarães Costa
No último sábado, o Rio de Janeiro viveu uma daquelas noites que não passam despercebidas. A 11ª edição do Sarau Caden Orion literalmente fez a Casa do Jimmy, no Catete, tremer — reunindo arte, público engajado e uma energia que reafirma a força da cena cultural independente.
Com casa lotada, o evento apresentou uma sequência de performances que transitaram entre música, poesia, dança e experimentações cênicas, consolidando o sarau como um espaço plural e pulsante.
Um dos destaques da noite foi o cantor Dan Figueiredo, responsável por abrir e também encerrar o evento, conduzindo o público em momentos de grande conexão. O encerramento contou ainda com apresentações de bandas, incluindo uma formação curiosa e marcante: um grupo composto por médicos de um renomado hospital, mostrando que a arte ultrapassa qualquer fronteira profissional.
À frente do projeto, o ator, produtor e apresentador Caden Orion demonstrou mais uma vez sua capacidade de articulação e liderança artística. Nesta edição, contou com o reforço essencial na produção de João Medeiros (ator e produtor) e do jornalista Antonio Carlos Costa, assessor de imprensa do sarau. A dupla teve papel fundamental na organização do evento, garantindo que a programação fluísse conforme o planejado — algo que se refletiu diretamente na qualidade da experiência entregue ao público.
Realizado anualmente, o Sarau Caden Orion reúne, em média, mais de 20 artistas por edição, abrindo espaço tanto para trabalhos autorais quanto para releituras, além de performances de dança, poesia e intervenções cênicas. A proposta é clara: criar um ambiente democrático, acessível e vibrante, onde a arte possa se manifestar em sua forma mais livre.
Outro ponto que chama atenção é o caráter inclusivo do evento. Com entrada gratuita, o sarau conseguiu lotar a casa, reforçando que há, sim, um público ávido por cultura quando ela é acessível e bem produzida.
O crescimento do projeto já aponta novos horizontes. A produção estuda a possibilidade de expandir o evento para um teatro em 2027, acompanhando a dimensão que o sarau vem alcançando. Além disso, existe o interesse do próprio Jimmy, anfitrião do espaço, em transformar o Sarau Caden Orion em uma atração mensal fixa, proposta que já está sendo avaliada pela equipe.
Mais do que um evento, o Sarau Caden Orion se consolida como um movimento cultural em expansão — construído com consistência, colaboração e propósito.
Como resume o jornalista e assessor do projeto:
“De grão em grão chegaremos ao nosso objetivo, que é: arte para quem ama arte.”
Em tempos em que a cultura enfrenta desafios, iniciativas como essa mostram que a cena independente segue viva, forte e em constante transformação.

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